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Cuquetel?
Era terça-feira a noite, nada pra fazer, quando sou convidado pro coquetel e inauguração de uma loja nos Jardins. Evento bacana, proseco a vontade, drinks, manés globais, tv e imprensa. Uma pagação só. Depois de terceira taça o capeta começa a “tentar” com aquela vozinha maldita: “olha aquela gostosa ali”. Olhei para o lado e tinha uma danada com calça tuxada olhando MUUUIto pra mim. Por um momento achei que era pegadinha do malandro. Como era um evento mais “certinho” mantive a linha e continuei fazendo social… mentira como praticamente todo mundo que eu conhecia já tinha ido embora fiquei lá com cara de paisagem.
De repente ela passa por mim e parece que vai embora. Pensei: “puta que pariu perdi a chance de dar uma furada na danada”.
Meia hora depois + 12 taças, ela volta sorrindo e mais gostosa só faltava a Rosana cantando “como uma Deusa“. Como não sou curioso nem pensei o que ela tinha ido fazer na rua. Ela vem na minha direção e pergunta se não era amigo de fulano. Não, não conhecia nenhum fulano mas o papo rolou incrivelmente bem, tentei de todo jeito dar um pega nela mas, o ambiente não ajudava muito. Resolvi que era melhor ir embora já que não ia rolar nada. Me despedi e fui buscar meu casaco que estava num canto, quando olho para o provador a danada esta lá e me chamando para entrar…
Como malandro é malandro e mané é mané, já entrei com a “manga em riste” no provador e depois de 30 segundos de beijo a danada já mandava um incrível bobó. Resumindo, aquele serviço foi feito de maneira exemplar com o “cu”quetel incluso.
Moral de historia? Precisa?
Add comment Junho 24, 2008
Na dúvida, vá dormir…
Essa é uma daquelas histórias que quando lembro me pergunto por faço(fazia) certas coisas.
Certa vez, estava eu cansado, com sono e na “balada” quando encontro uma ex-FGTS(não sabe o q é fgts? resposta em um post ai embaixo) que me pediu uma carona. Pensei comigo: “ta dentro do meu raio de amor, gosta da coisa, mmmmm”… e logicamente disse que a levaria pra casa, mesmo estando eu com um sono da porra. Saímos do lugar, com aquela certeza de que a noite não terminaria em vão.
No caminho da casa dela comecei a me sentir estranho, o sono me dominava, minha cabeça balançava como um pêndulo, mas mesmo assim NUNCA desistiria de minha “recompensa”.
Chegando na porta do prédio dela, já me coloquei em “riste” assim não precisaríamos perder tempo. No começo ela até fez aquele charme, jogo duro, cu doce, mas já sabíamos que eu não iria embora de “mãos abanando”.
Mulher quando quer acelerar as coisas, geralmente cai logo de boca ferozmente para assim acabar logo com aquilo. Pois foi o que aconteceu e se eu não tivesse caído no sono seria ainda melhor.
Não posso dizer se alguma coisa realmente rolou, pois não me lembro… O que posso dizer é que acordei no carro as 9 da manhã, sozinho, com o banco deitado, sem calça e milhares de transeuntes com a cara no vidro para ver aquela cena degradante.
Agora você pensa: “e ai o que você fez?”
De banco abaixado e sem calça, liguei o carro, engatei primeira e saí a milhão sem ver o que tinha pela frente…
A rua? só posso dizer que era nos Jardins
2 comments Junho 5, 2008
