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Posso gozar na sua boca? Uma história feminina.

Tem gente dizendo que sou muito machista, que só conto histórias masculinas, então, hoje contarei uma que me foi contada por uma mulher.

Era uma noite fria de agosto, estava ela, Lili(vamos chama-la assim) e todos os “meninos” da turma em uma festa na Av. Morumbi. O lugar era quase um terreno baldio, fogueiras, som alto e muita, mas, muita gente. A loucura era geral, bebidas e outras “cositas” a vontade, se não estivesse tão frio pareceria o inferno. Já que ela estava lá resolveu ir para guerra e saiu atrás dos “menininhos” da festa.

Lili encontrou um bem simpático e que não estava muito bêbado, aproveita que tinha um matagal nas laterais daquele terreno e vai com ele(vitima) para lá. Ela tem um sério problema, que é não conseguir manter a boca dela na boca dele, então pegou o “bigulim” dele e manda ver um belo de um boquete. Na hora de gozar o rapaz faz aquela pergunta: “posso gozar na sua boca?” e ela responde com toda delicadeza: “se gozar vou devolver tudo na sua boca”.

O rapazinho não acreditando em Lili, manda ver sem dó nem piedade e enche a boca dela. Quando ele acabou, Lili subiu e o beijou devolvendo toda a porra do rapaz. (ECA!!!!! QUE NOJO). Ele com a boca cheia de sua própria porra grita indignado por que Lili tinha feito aquilo e ela responde: eu avisei.

Como uma profissional do boquete Lili levanta volta pra festa, quando no caminho encontra um amigo de infância, Alan(nome verdadeiro) que muito louco vai pra cima de Lili e a beija. Puta que pariu!!!!!!

Agora digam, nesse triângulo quem se fudeu mais? O que tomou a própria porra? Lili com a boca gozada? Ou Alan que chupou e tomou porra de outro por tabela??? 

Sim é tudo muito nojento!!!

1 comment Julho 30, 2008

Suruba um dever de todos, um direito do cidadão

Existem outras coisas que são sagradas pra mim além do meu raio de amor, uma é “onde se ganha o pão não se come a carne” isso agregava também a faculdade, afinal não podia “queimar ” meu filme com quem fazia meus trabalhos e assinava a lista pra mim. Sempre mantive isso a risca, mesmo passando mal algumas vezes.

Quando saí da faculdade mantive amizade com algumas pessoas. Certa madrugada encontrei quatro amigas que tinham estudado comigo, elas estavam mais felizes do que o normal. No começo achei engraçado toda aquela euforia, quando de repente uma delas diz: “e ai o que vamos fazer?” Sem pensar digo: “vamos pra minha casa fazer uma suruba” afinal digo bobagens sem pensar o tempo inteiro. Mas, para minha surpresa uma delas topa, sendo logo seguida pelas outras. Mentira!!!! Nem eu acreditei na hora, será que minhas preces tinham sido atendidas, será que o “segredo” realmente funcionava??!!?!?!?!? 

Meia hora depois estávamos na minha casa competindo para ver quem tirava a roupa primeiro, este não seria eu, afinal, toda aquela situação podia ser uma pegadinha. Pronto uma delas já estava de calcinha e sutiã(pretos, ufa). Fomos para o quarto porque como bom homem no caminho já tinha avisado alguns amigos da minha futura aventura e provavelmente eles estavam chegando.

Dentro do quarto me deparei com meu primeiro problema, minha cama mesmo sendo de casal ia ficar pequena pra nós 5, mas, espaço naquela hora seria minha última preocupação. PRONTO eu já tava beijando todas, elas se beijavam, era mão pra cá, mão pra lá… descobri o segundo problema. Muita mão em mim, descompassadas sem saber onde pegar; o que fazer? OK, mãos também não seriam problemas. 

Já era manhã e o sol entrava pela janela, eu tinha uma danada se esfregando na minha canela, uma “cantando no microfone”, outra conhecendo melhor a minha mão e a quarta me beijando. O que mais eu podia querer???? Elas resolveram revezar e trocaram de lugar, foi aí que me deparei com meu problema de número 3. Uma delas tinha uma pinta/verruga na testa que eu não tinha prestado atenção até o momento. Socorro, meu danado se assustou com aquela imagem e resolveu que devia se esconder, NÃO!!! Pensei comigo isso não pode acontecer, não agora…. Resolvi que para um problema daquele,  precisava de uma medida drástica. Não podia naquela hora desistir ou falhar, afinal sabemos como vocês mulheres são, também não podia mandar a “biruga” embora, então o que fiz???? Fechei os olhos pra não ver aquela mujer e só pensava nas outras três. No fim nunca soube quem fazia o que ou quem era quem, mas, o mais importante é que sobrevivi para contar essa história pra vocês e mata-los(las) de inveja.

1 comment Julho 4, 2008


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